
CIDADE DESAPARECIDA
REVISITADA
o sol não é farol
para quem fez um tour
pelo fim do mundo.
tudo está lá
tombando
entre o claro
e o escuro
cada vez mais
denso.
quanto menos cores
mais letras selvagens.
e nenhuma ternura
a não ser aquela
encravada no seu olhar.
REVISITADA
o sol não é farol
para quem fez um tour
pelo fim do mundo.
tudo está lá
tombando
entre o claro
e o escuro
cada vez mais
denso.
quanto menos cores
mais letras selvagens.
e nenhuma ternura
a não ser aquela
encravada no seu olhar.
(dezembro, 2011)
a cidade continua desaparecida, desaparecendo, mas ora suas nuances perscrutam o olhar e cavalgam nesse alfabeto que pulula,
ResponderExcluirabraço
Belíssimo, Lalo.
ResponderExcluirAbração!
Maravilhoso!
ResponderExcluirBeijo.
Assis, que cidade era aquela mesmo?
ResponderExcluirAbração.
Bela mesmo é a sua presença aqui, Daniela.
ResponderExcluirAbração.
Ah, Larinha, que saudades suas que eu sinto...
ResponderExcluirBeijoca.
eu amo, eu amo e eu amo este poema.
ResponderExcluirPro cê ver, né Mar, e pra quem eu fiz o poema propriamente dito (essa moça da foto, ex-marida), nem tchuns.
ResponderExcluirBeijão.